“Toda arte que eu faço, todo som entoado, não é mais que uma grande vontade de Te conhecer”.
Marcos Almeida
Quando comecei meus estudos musicais, ainda adolescente, ficava
impressionado com a seriedade que amigos não cristãos levavam seus estudos, e a
disciplina e a rotina tanto nas tarefas de teoria musical, exercícios de leituras
de partituras, como no estudo prático do instrumento. Lembro-me que tive uma
professora de ética profissional no antigo Centro de Criatividade Musical do
Recife, onde estudei guitarra, ela dizia que o músico deve valorizar seu
trabalho, deve dedicar-se aos estudos com afinco e seriedade, deve ser um
pesquisador, deve amar aquilo que faz. Essas palavras ficaram em minha mente
durante muitos anos. Tive professores cristãos e não cristãos, mas, o que
também me chamava atenção é que havia alguns que estudavam apenas para se
sustentarem e outros que, além disso, tinham uma paixão perceptível naquilo que
faziam.









