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5 de abr. de 2015

Jesus Cristo Vive

Por Thiago Oliveira


“Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze. Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.

Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos. E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo.

Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim haveis crido. Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.

Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo”.

1 Coríntios 15:1-22

INTRODUÇÃO

4 de abr. de 2015

Cristo é a nossa Páscoa

Por Thomas Magnum

Todos os anos quando entro em um supermercado ou quando vejo algumas propagandas na TV sobre a páscoa, penso como a sociedade moderna é consumidora de ideais e crenças puramente mercantilistas e elitistas. Ovos de páscoa, chocolates, coelhos, são os principais ícones da “nova páscoa”. O verdadeiro sentido da páscoa tem sido a cada ano enterrado e desprezado pelo homem moderno
.
Por conta de tamanha segmentação de mercado, que abrange todos os públicos possíveis, iremos ainda que brevemente examinarmos alguns textos bíblicos sobre o sentido da páscoa cristã, o que é a páscoa? O que a Bíblia nos ensina sobre ela? Qual o significado da páscoa para a igreja de Cristo?

A Páscoa no Antigo Testamento

3 de abr. de 2015

A Sexta-Feira da Paixão

Por Morgana Mendonça dos Santos

"E disse-lhes: Tenho desejado ardentemente comer convosco esta páscoa, antes da minha paixão; pois vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus."

Lucas 22.15-16 

É inevitável durante essa semana não publicarem artigos sobre a Páscoa, os sites e páginas de facebook estarão em grande quantidade produzindo ou reproduzindo textos sobre o importante tema. Não tenho nenhuma pretensão de repetir ou ser redundante sobre o assunto, no entanto gostaria de meditar um pouco sobre momentos antes do grande dia da ressurreição de Cristo. E por que a ressurreição de Cristo? Ele sim é o nosso Cordeiro sem defeito, nosso cordeiro pascoal! Na tradição cristã a "sexta-feira" através da igreja católica foi denominada o dia da "paixão", sofrimento de Cristo que levou a Sua morte. A sexta mais significativa que define a agonia, os açoites, o sofrimento de Cristo antes que ressurgisse. No entanto, não quero me aprofundar no motivo pelo qual foi definido essa nomenclatura: a sexta da paixão.

O termo Páscoa tem origem que remonta a aproximadamente 1.445 anos antes de Cristo. No livro de Êxodo encontramos um povo sofrido, há mais de quatrocentos anos como escravos no Egito. Assim, Deus escolhe Moisés para cumprir Seus decretos (Ex 3-4), de praga em praga, Faraó endurecido pelo próprio Deus, permite e volta atrás. Libertar o povo da escravidão do Egito foi uma grande missão, ensinamentos marcantes, poder de Deus e maravilhas foi testemunhado por todos. Encontramos na décima praga e derradeira o caminho sem saída para os egípcios, não havia mais alternativa, os israelitas seriam lançados fora daquela terra. Deus mandou um anjo destruidor para terra do Egito com o propósito de eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais” (Êx.12.12). A ordem divina foi sacrificar e isso resultaria em proteção. Daí o termo Páscoa, do hebraico "pesach", que significa “pular além da marca”, “passar por cima”, ou “poupar”. (Ex 12.11-14).

2 de abr. de 2015

O melhor de Deus ainda está por vir?


Por Thiago Azevedo

O melhor de Deus ainda está por vir” é só mais uma frase que adentra no âmbito do evangelicalismo brasileiro por meio de uma canção. Na maioria das vezes a situação se repete. Sabemos que a música possui uma característica diferencial no que diz respeito à fixação de um conteúdo na mente, além de ser um excelente recurso pedagógico. Mas, isso tem seu lado negativo, pois uma frase cantada pode muito bem trazer uma inverdade e esta inverdade ser tão propagada, exposta e divulgada que passa a ser uma verdade na mente das pessoas. Além do mais, tais pessoas passam a defender esta inverdade de forma bélica, e ai de quem questioná-los. Talvez algum crítico pós-moderno leia este texto e deduza que há uma pretensão demasiada nas seguintes afirmações: inverdade e verdade. O que deve ser levado em consideração às palavras mencionadas anteriormente é o escopo literário que se encontra na Bíblia Sagrada, esta é a regra de fé e prática de todo cristão, ou ao menos deveria ser. Neste escopo há diversas informações de que a verdade existe. Mas não só isso, Ela se fez carne e esteve entre nós:

As heresias fatais do "Amor"


Por Richardson Gomes

Nesses últimos dias tenho ouvido alguns discursos de certos mestres da atualidade, frutos de uma teologia pós-modernista, que têm como base ideológica o que eles chamam de amor.  São doutrinas estranhas, porém muito conhecidas, que têm sido abraçadas e pregadas por pastores e líderes que são referências no cenário evangélico de hoje. Eloquentes, donos de excelentes oratórias, pastores como Ed René Kivitz, Caio Fábio, Ariovaldo(s), Ricardo Gondim, dentre outros, que afirmam heresias que acabam negando muitas verdades centrais de todo o cristianismo.

1 de abr. de 2015

Estamos no AR


Depois de duas semanas em pausa, voltamos para informar a todos que nos acompanham que o Blog está de cara nova, e também deu uma reformulada em sua equipe.

Alguns articulistas, por motivos de agenda, não puderam mais contribuir regularmente com textos, por isso saíram da equipe como membros fixos, todavia, tem espaço aberto para contribuir sempre que produzirem material. Todos os que saíram são amigos e irmãos valiosos. A comunhão continua, assim como o compromisso de continuar a servir o Reino de Deus, atentando para o lema da Sola Scriptura.

Uma novidade é que o corpo de articulistas não mais está restrito ao Recife. Chegou gente de outros estados brasileiros, todos com muita vontade de ensinar a sã doutrina e combater as heresias presentes no evangelicalismo brasileiro. Não é tarefa fácil, mas com a Graça de Deus e a oração dos irmãos que compõem o remanescente fiel iremos colher os frutos desta empreitada para honrar a Cristo Jesus. 

Continuamos com o princípio de não sermos muito acadêmicos, embora alguns temas um pouco mais complexos apareçam por aqui vez por outra. Nosso foco é no público leigo e jovem que vem despertando o interesse no conteúdo reformado. Por falta de tutoria, muitos dos jovens que abraçam a reforma hoje não adotam a postura piedosa que todo bom calvinista deveria assumir. 

Nossa apologética, ou seja, defesa da fé, não será feita de maneira irascível, mesmo quando o seu teor combativo soar de maneira mais aguda. Mansidão e domínio próprio são coisas que devem dominar o nosso espírito apologético. 

Pois bem, aqui estamos. Essa é a "volta dos que não foram". Pedimos a máxima interação daqueles que nos acompanham. Vamos juntos batalhar pela fé que foi confiada aos santos (Jd 1.3).

A Deus toda glória. 

Thiago Oliveira
(Fundador do Electus)

13 de mar. de 2015

Sete Marcas de uma Igreja Saudável

Por Carl Trueman

Enquanto a igreja no Ocidente enfrenta uma marginalização social que ela não conheceu por mais de 1500 anos, a questão das marcas da igreja, aquelas características identificadoras que ela possui, provavelmente se tornará mais urgente. Abordagens reformadas tradicionais tendem a oferecer três marcas: A Palavra fielmente pregada, os sacramentos devidamente administrados e a disciplina da igreja corretamente aplicada. Sempre houve alguma flexibilidade entre a tradição reformada com respeito a esses pontos. Calvino defendeu somente duas marcas explícitas, Palavra e sacramentos, enquanto a Assembleia de Westminster colocou a adoração no lugar da disciplina. Lutero, contudo, ofereceu sete: 1. A Palavra, 2. Batismo, 3. Eucaristia, 4. As chaves exercidas publicamente, 5. Ministério ordenado, 6. Oração, louvor público e ações de graças a Deus, 7. A posse da sagrada cruz.

Uma Resposta sobre o Culto Infantil

Por Filipe Fontes

Recebi, recentemente, uma pergunta de uma amiga de adolescência sobre o “culto infantil”. Foi uma oportunidade de pensar sobre o assunto, e sistematizar algumas ideias. Como pode ser útil a outras pessoas, resolvi publicar minha resposta.

Prezada amiga,

Receber sua pergunta alegrou meu coração. Dentre outras razões, ela me fez perceber o seu zelo na educação de filhos, bem como seu apreço pela igreja e a Palavra de Deus. Seja Ele louvado por isso!

Ao mesmo tempo, sua pergunta me encheu de temor. Pois, uma vez que parto do princípio de que esta não é uma questão normatizada claramente pela Escritura, o risco de falar mais da minha parte do que da parte do Senhor me traz algum receio. Por isso, eu gostaria de começar minha resposta com dois pedidos:

12 de mar. de 2015

O Cristão e a Política em Perspectiva Bíblica



Os Apóstolos Modernos e a Infalibilidade Papal


Por Samuel Alves

Ano passado o Dr. Augustus Nicodemus Lopes lançou o livro “Apóstolos – a verdade bíblica sobre o apostolado”, após ler esta grande obra comecei a refletir sobre o nosso contexto. É fácil combater essa heresia quando fazemos parte em uma igreja histórica! É só abrir a Bíblia! Mas, e o nosso vizinho? E nossos parentes que estão mergulhados em muitas seitas de nosso país? Pra quem não sabe nasci no meio pentecostal e tive a oportunidade de um dia fazer parte desta seita chamada igreja neopentecostal, e conheço a realidade vivida lá. Pra quem também não sabe, os apóstolos modernos gozam de uma autoridade absurda dentro de suas comunidades “apostólicas”. Eles ditam o tema do ano profético, consagram e desconsagram quem quer sem o conselho e autoridade das Escrituras, não permitem serem questionados, pois eles receberam uma revelação direta de seu ‘deus’. Quem nunca ouviu um sonoro “não mexa no ungido do Senhor?” quem nunca foi ameaçado pelas profecias opressoras desses pseudo apóstolos?