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1 de ago. de 2016
Entendendo a Ideologia de Gênero
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Thiago Oliveira
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17 de dez. de 2015
O Cristão pode fazer tatuagem?
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9 de dez. de 2015
Um cristão pode ser feminista?
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24 de nov. de 2015
O Cristão pode beber moderadamente?
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12 de nov. de 2015
Liberdade de Expressão e Princípios Cristãos
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6 de nov. de 2015
Entendendo a Ideologia de Gênero
Por Augustus Nicodemus
O tema ganhou um espaço
enorme nas mídias sociais depois da prova do ENEM onde foi feita uma citação da
feminista Simone de Beauvoir, “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum
destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume
no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto
intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o feminino (O segundo
sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980)". Em outras palavras, uma mulher é
definida, não pelo sexo biológico com que nasce, mas pela construção social da
civilização.
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27 de set. de 2015
Devo guardar o Sábado ou o Domingo?
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25 de jul. de 2015
O que é Salvação pela Fé Somente?
Procurei resumir abaixo o que entendo ser o ensino bíblico acerca deste assunto, que é o mais importante e urgente para nossas vidas, e sobre o qual existe tanta confusão até mesmo entre os evangélicos.
1. Todas as pessoas são carentes de salvação, pois todas elas, sem qualquer exceção, são pecadoras. Isto significa que elas, em maior ou menor grau, quebraram a lei de Deus e se tornaram culpadas diante dele. Esta lei está gravada na consciência de todos, disposta nas coisas criadas e reveladas claramente nas Escrituras - a Bíblia. Ninguém consegue viver consistentemente nem com seu próprio conceito de moralidade, quanto mais diante dos padrões de Deus. Como Criador, Deus tem o direito de legislar e determinar o que é certo e errado e de julgar a cada um de acordo com isto.
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Thiago Oliveira
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08:29
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19 de jul. de 2015
O Inferno é físico ou espiritual?
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09:29
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11 de jun. de 2015
Não estou ofendido
Quando vi as imagens da transexual "crucificada"na parada gay não me senti ofendido, como cristão. É óbvio que discordei da estratégia de marketing dos organizadores e sem dúvida percebi que o alvo era mesmo a provocação aos cristãos. Embora o episódio tenha sido justificado como sendo uma forma de expor a humilhação sofrida pelos gays, a impressão que dá é outra.
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Thiago Oliveira
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08:23
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16 de abr. de 2015
A Diferença entre Pecado e Tentação
Por Augustus Nicodemus
A partir de uma carta fictícia de um cristão que era homossexual entristecido com o fato de ainda sentir desejo por outros homens, o Rev. Augustus traça a diferença fundamenta entre pecado e tentação. Assista!
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9 de abr. de 2015
Religiosidade e Cristianismo
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Thiago Oliveira
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4 de mar. de 2015
9 de fev. de 2015
Confrontar é falta de amor?
Por Augustus Nicodemus
Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.
É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. A sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8:5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.
Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.
Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4:1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4:15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2:10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1:22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.
Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “...com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33:31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio:
“andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância...”1 Coríntios 5:2-6
Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.
Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor”. Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. "Verdade" nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo. Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:
“Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos”1João 2:19
“Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho”1João 2:22
“Aquele que pratica o pecado procede do diabo”1João 3:8
“Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo”1João 3:10
“todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo”1João 4:3
“... muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo... Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus... Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más”2João 7-1
Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?
O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.
Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.
____________
Fonte: Racionalizando
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25 de jan. de 2015
Uma Noite de Escatologia (3/3)
Um excelente debate que aconteceu na Igreja Batista de Parquelândia -CE, em parceria com a Escola Charles Spurgeon sobre as linhas escatológicas. Os Reverendos Augustus Nicodemus e Gaspar de Souza estão em defesa do amilenismo. O Rev. Felipe Sabino em defesa do pós-milenismo e o Pr. Antônio Neto em defesa do pré-milenismo. O debate foi longo e por isso dividido em 3 partes. Eis a terceira e última.
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24 de jan. de 2015
Uma Noite de Escatologia (2/3)
Um excelente debate que aconteceu na Igreja Batista de Parquelândia -CE, em parceria com a Escola Charles Spurgeon sobre as linhas escatológicas. Os Reverendos Augustus Nicodemus e Gaspar de Souza estão em defesa do amilenismo. O Rev. Felipe Sabino em defesa do pós-milenismo e o Pr. Antônio Neto em defesa do pré-milenismo. O debate foi longo e por isso dividido em 3 partes. Eis a segunda.
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23 de jan. de 2015
Uma Noite de Escatologia (1/3)
Um excelente debate que aconteceu na Igreja Batista de Parquelândia -CE, em parceria com a Escola Charles Spurgeon sobre as linhas escatológicas. Os Reverendos Augustus Nicodemus e Gaspar de Souza estão em defesa do amilenismo. O Rev. Felipe Sabino em defesa do pós-milenismo e o Pr. Antônio Neto em defesa do pré-milenismo. O debate foi longo e por isso dividido em 3 partes. Eis a primeira.
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15 de jan. de 2015
E-mail a um dirigente de louvor
Por Augustus Nicodemus
De: Augustus Nicodemus Lopes
Para: lenita@louvorceleste.br
Enviada em: 13/01/2015
Cc:
Assunto: RES: Perguntas sobre ministração do louvor
-------------------------------------------------------------------------------
Prezada Lenita,
Recebi seu email contendo várias perguntas sobre a "ministração" do louvor. Desculpe não ter respondido antes, foi falta de tempo mesmo.
Você me diz que é uma levita em sua igreja e que ministra o louvor durante os cultos. Sim, de fato é um privilégio poder participar do culto a Deus servindo na parte da condução dos cânticos. Eu teria um pouco de dificuldade em considerar você como levita (apesar de você ter um nome parecido, hehe), pois para mim os levitas faziam muito mais do que conduzir o louvor no templo: eles matavam e esfolavam animais, limpavam o sangue, a gordura, o excremento e os restos dos animais sacrificados e levavam uma parte para queimar fora. Além disto, arrumavam o templo, cuidavam da mobília e utensílios, etc. Se você quiser ser levita como aqueles de Israel, terá de se tornar a zeladora da igreja, rsrsrs!
Bom, vamos agora às suas perguntas. Coloquei as suas perguntas entre aspas, para facilitar:
1) "Até que ponto posso manifestar minhas emoções ao cantar pra Deus?" - Desde que sejam manifestações autênticas, sem problemas. O que incomoda muito é quando se percebe que o dirigente está fingindo, ou fazendo força para demonstrar o que não está sentindo. A maioria dos membros das igrejas não se emociona fortemente quando cultua. As emoções nem sempre estão presentes. Por isto, eles podem ficar meio desconfiados quando o dirigente do louvor, nem bem começou a primeira música, já está virando os olhos, chorando e embargando a voz. Mas, se as emoções forem legítimas, elas podem ser expressadas sem muita afetação.
2) "Levantar as mãos!! Posso? É errado?" - Não, não é errado, o problema é que às vezes parece uma forçação de barra, algo superficial e ensaiado, que não consegue convencer o povo de que é uma expressão sincera de adoração, Portanto, recomendo sabedoria e cuidado. É preciso deixar claro para o povo que não serão as mãos levantadas que tornarão o louvor mais espiritual ou mais aceitável diante de Deus. Não há qualquer relação direta na Bíblia entre posturas físicas e espiritualidade.
3) "Posso pedir para a igreja levantar as mãos em um dado momento da música, por exemplo?" - Veja a resposta que dei à pergunta anterior. Eu acrescentaria que pode ficar meio constrangedor pedir para a igreja levantar as mãos durante um cântico, pois tem gente que não estará sentindo nada e outros que não se sentem bem fazendo isto. A melhor coisa é deixar que seja espontâneo, que parta do povo mesmo. Gosto da regra, "não estimule; não proíba".
4) "Balançar de um lado pro outro, mesmo numa canção lenta é errado?" - Creio que não, desde que não vire dança ou rebolado sensual, provocando a imaginação dos rapazes, que lutam para se concentrar na letra e na música.
5) "Se me emocionar e chorar?" - Como eu disse, se for autêntico não haveria problemas, mas lhe confesso que é constrangedor ver dirigentes de louvor chorando como se aquilo fosse expressão máxima de espiritualidade ou comunhão com Deus. Quem não chora vai se sentir carnal, frio ou não convertido. Eu evitaria.
6) "Em relação à ministração entre uma música e outra, posso falar sobre a palavra, citar versículo e até explanar de uma forma muito rápida e objetiva?" - Poder, pode, mas se você não tiver uma boa base teológica vai acabar dizendo abobrinha, como eu ouço direto. Não é fácil falar em público e dizer coisas que realmente edifiquem. Sua função é ajudar o povo a adorar a Deus através da música. Estas "ministrações" entre músicas soam às vezes forçados, pois geralmente se tenta fazer uma ponte entre o tema da música e uma passagem da Bíblia, e isso fica forçado e artificial.
7) "Falar aleluia ou glória a Deus, claro que com reverência, sem gritar, por exemplo, é permitido?" - Não vejo problemas. Mais uma vez, todavia, é preciso ter certeza que são manifestações autênticas e não artificiais.
Lenita, o problema todo é esta superficialidade de alguns dirigentes de louvor que ficam se emocionando, chorando, revirando os olhos, gemendo lá na frente durante o louvor, e que uma vez encerrado este período, ficam do lado de fora da igreja batendo papo com os componentes da banda enquanto o culto continua acontecendo. Fica óbvio para todo mundo que era apenas fingimento.
Acho que os dirigentes de louvor seriam uma bênção maior se fizessem apenas isto mesmo, dirigir o louvor, ajudando o povo a entoar os louvores a Deus. Qual o propósito destas demonstrações de êxtase e enlevo fortemente emocionais à frente da Igreja? Ajuda em quê? Não quero generalizar, pois seria injusto, claro - mas às vezes fica a impressão que é apenas uma maneira de auto-promoção. Pense nisto.
No mais, que o Senhor continue a abençoar sua vida preciosa.
Um abraço!
Augustus
[Trata-se de um email fictício, embora baseado em fatos reais]
30 de dez. de 2014
Sexo na Universidade
Por Augustus Nicodemus
A universidade, além de ser o local aonde os jovens vão para adquirir uma boa educação e se preparar para o futuro, acaba sendo o ponto de partida para o sexo casual, às vezes com consequências sérias para o resto da vida. Entre estas, podemos mencionar a gravidez indesejada, os abortos e as doenças sexualmente transmissíveis (DST). Em muitos casos, o sexo fortuito ocorre associado com uso de bebidas alcoólicas e drogas que se inicia nos bares no entorno das universidades.
Do ponto de vista cristão, o sexo é uma dádiva de Deus, que desfrutado da maneira correta, é fonte de alegria, satisfação e realização. O cristianismo limita o relacionamento sexual ao casamento. Mas, não é necessário lançar mão do viés religioso para se perceber que o apelo sexual na universidade acaba abrindo as portas para relacionamentos complicados. Os mesmos podem trazer problemas de ordem emocional, psicológico e até legal (como a curetagem e o aborto clandestinos), que acabam prejudicando não somente a carreira estudantil, acadêmica e profissional do jovem, mas sua vida como um todo.
O sexo não é apenas um momento fisiológico de prazer. Por causa da natureza humana, a sexualidade está entretecida com nossa dimensão emocional, psicológica, moral, social e religiosa. As relações sexuais, mesmo as fortuitas e casuais, acarretam apegos e paixões, por um lado, culpa, raiva e nojo, por outro – emoções poderosas que conturbam a paz interior das pessoas, especialmente de adolescentes recém-chegados à universidade.
Jovens com a vida emocional conturbada por relacionamentos sexuais complicados podem acabar levando para a sala de aula estas perturbações, que roubam a paz de espírito e a tranquilidade necessárias para ler, aprender, estudar, pesquisar e escrever. As estatísticas mostram que o maior índice de óbitos decorrentes de curetagem ilegal se dá entre jovens na faixa de 20 a 29 anos, faixa etária onde se insere a maior parte dos universitários. Uma pesquisa de 1993 da ocorrência de aborto entre jovens de uma universidade brasileira mostrou que mais de 50% das que engravidaram fizeram curetagem, com maior incidência das mais jovens. Todavia, não creio que precisemos de pesquisas estatísticas para afirmar que jovens viciados em sexo e afundados em problemas de relacionamento frequentemente acabam se dando mal academicamente.
É triste assistir ao desperdício voluntário de talentos por parte de jovens que cedem aos engodos da cultura pós-moderna na área de sexualidade, a qual reduz o sexo a uma mera função biológica orientada para o prazer momentâneo e inconsequente.
A fé cristã reformada valoriza a família, o sexo no casamento, sem reduzi-lo a mera função procriadora. Valoriza o trabalho, o bom desempenho acadêmico e o exercício eficaz da profissão como parte da cidadania e da vocação cristã. Na Bíblia encontramos a história de um jovem líder do povo judeu chamado Sansão, com potencial para ser um dos maiores juízes do seu povo. Todavia, os repetidos envolvimentos sexuais de Sansão, e as consequências que os mesmos trouxeram, acabaram por arruinar sua carreira (veja Juízes 14.1-2; 16.1; 16.4; 16.19; 16.28-30). A Bíblia também registra o encontro de Jesus com uma mulher sedenta de sentido e propósito na vida, mesmo após ter tido cinco maridos e estar vivendo com um amante. Em Jesus ela encontrou a plena satisfação para seu coração vazio (João 4.7-29).
Os pais e professores deveriam aconselhar os jovens a não trocarem um futuro promissor por prazeres inconsequentes e passageiros. No Evangelho de Jesus Cristo encontrarão perdão para erros cometidos e a força necessária para resistir aos apelos que não levam em conta as consequências e os efeitos de atos impensados.
__________
Fonte: Facebook do autor
__________
Fonte: Facebook do autor
23 de dez. de 2014
Natal e o nome de Jesus
Por Augustus Nicodemus
“Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará
o seu povo dos pecados deles.”
Mateus 1:21
De acordo com o relato acima, do Evangelho de Mateus, o nome de Jesus
Cristo foi dado pelo anjo Gabriel, quando anunciou seu nascimento a José,
desposado com a virgem Maria. Gabriel não somente disse que Maria estava
grávida pelo Espírito Santo de Deus, como orientou José a chamar o filho de
“Jesus”.
A razão para este nome, cuja raiz em hebraico significa “salvar”, é que
aquele menino, filho de Maria e Filho de Deus, haveria de salvar o seu povo dos
seus pecados, conforme anunciou o anjo.
Não precisamos ir mais longe do que isso para entender o significado do
Natal. Está tudo no nome do Menino. No nome dele, Jesus, temos a razão para seu
nascimento, a sua identidade e a missão de sua vida. Em outras palavras, aquilo
que o Natal realmente representa.
A razão do seu nascimento é simplesmente esta, que somos pecadores,
estamos perdidos, não podemos resolver este problema por nós mesmos e
precisamos desesperadamente de um Salvador, alguém que nos livre das
consequências passadas, presentes e futuras dos nossos erros. Deus atendeu
nossa necessidade escolhendo um homem como nós para ser nosso representante e Salvador,
alguém que partilhasse da nossa humanidade e fosse um de nós. Esse homem nasceu
há dois mil anos naquela manjedoura da cidade de Belém, num país remoto, lá no
Antigo Oriente. E ganhou o nome de Jesus por este motivo.
Sua missão era assumir nosso lugar como nosso representante diante de
Deus e sofrer todas as consequências de nossos pecados, erros, iniquidades,
desvios e desobediências. Em vez de castigar-nos com a morte eterna, como
merecemos, Deus faria com que ele a experimentasse em nosso lugar, que ele
experimentasse toda dor e sofrimento consequentes dos nossos pecados. Essa
missão foi revelada logo ao nascer, pelo anjo Gabriel, ao recitar seu nome a
José: Jesus.
Para nos salvar de nossos pecados, ele teria de sofrer e morrer, ser
sepultado, ficar sob o domínio da morte e, desta forma, pagar inteiramente
nossa dívida para com Deus. Somente assim poderíamos ser salvos das
consequências eternas de nossa desobediência. Mas, para que os benefícios de
seu sofrimento e de sua morte pudessem ser transferidos a outros seres humanos,
ele não poderia ter pecado ou culpa, pois, senão, ao morrer, estaria
simplesmente recebendo o salário do seu próprio pecado. Mas, se ele fosse
inocente, sem pecado e perfeito, sua morte teria valor para os pecadores. Por este
motivo, ele foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria, ainda virgem,
Filho de Deus, sem pecado. O Salvador tinha que ser Deus e homem ao mesmo
tempo.
Quando um colunista, que objeta ao nascimento sobrenatural de Jesus,
escreveu recentemente em um jornal de grande circulação de São Paulo que
virgens não dão à luz todos os dias, ele estava mais certo do que pensava. Esse
é o único caso. Jesus é único. Deus e homem numa só pessoa. Nem antes e nem
depois dele virgens engravidam sobrenaturalmente. Da mesma forma que Deus não
cria mundos todos os dias, também não gera salvadores de virgens
cotidianamente. Pois nos basta este.
O famoso teólogo suíço Emil Brunner disse que todo homem tem um problema
no passado, no presente e no futuro. No passado, culpa. No presente, medo. E no
futuro, a morte. Jesus nos salva de todas estas consequências do pecado: nos
perdoa da culpa de nossos erros passados, nos livra no presente do medo ao
andar conosco e nos livrará da morte, pois ressurgiu dos mortos e vive à direita
de Deus. Um dia haverá de nos ressuscitar.
É isto que o Natal representa. É por isto que os cristãos o celebram com
tanta gratidão e alegria. Nasceu o Salvador. Nasceu Jesus! Como este anúncio
alegra o coração daqueles que têm culpa, sentem medo e sabem que vão morrer!
_____________
Fonte: Bereianos
_____________
Fonte: Bereianos
Postado por
Thiago Oliveira
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