Por Luiz Carlos Pereira
Poucas vezes se houve
falar em Maria nas igrejas evangélicas. Geralmente, fazemos uma rápida leitura
nos capítulos que tratam do nascimento de Cristo e, por consequência, lemos
sobre a agraciada. Lembramos de Maria também nas encenações de natal; na cena do
presépio; contemplando a cruz do calvário. Deixamos de lado a importância que
esta jovem nazarena teve para o mundo
sobre a prerrogativa de uma adoração involuntária. Afinal de contas, será que o
tratamento que damos a Maria é o devido? Será que a idolatria, tão temida em
nossas igrejas e em nosso povo, não nasce da própria corrupção do homem?
