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20 de set de 2014

Parece, mas não é



Por Luciana Barbosa


“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo e estando prontos para punir toda desobediência, uma vez completa a vossa submissão”

2 Coríntios 10. 4-6

Refletindo sobre este versículo, principalmente a palavra sofisma observamos algumas irregularidades ou o quanto estamos contaminados e afundados na lama do relativismo e da engenharia social e relativismo moral; onde o que era errado há 20 anos, hoje para nossa geração é certo. Daí surge o que chamamos de zeitgeist que:

"...é um termo alemão que significa espírito da época, espírito do tempo ou sinal dos tempos. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo. Hoje o espírito desse tempo ou dessa época tem nos afastado da verdade absoluta que é a Escritura Sagrada. Daí, percebemos como a pregação do genuíno Evangelho está longe de acontecer, pois, estamos presos a esse espírito da época."

Sofisma é uma argumentação falsa, com a aparência de verdadeira. Tapeação, burla, falácia, logro, ardil. Verdade incompleta, uma mentira propositalmente maquiada por argumentos verdadeiros, para que possa parecer real. Atualmente os veículos de comunicação têm utilizado o sofisma. Exemplos disso são os programas de entretenimento que usam um discurso agradável, boa aparência para forçar a audiência e, fazer com que as pessoas sejam induzidas ao erro sem que percebam automaticamente. O que falar das novelas que nos forçam a engolir o homossexualismo como algo normal, natural. E, não para por aí, dentro de nossas igrejas somos coagidos com tantas bizarrices, misticismos, heresias que nos são apresentadas como verdade e ao tentarmos desmentir ou proibir, o “sistema” nos proíbe por conta do espírito da época a qual estamos inseridos.

A Bíblia, desde o Gênesis, nos orienta a tomarmos cuidado com aquilo que vemos e ouvimos neste mundo, temos que julgar e fazer prova. Nem tudo que nos é apresentado representa a verdade e o caminho a ser seguido. Existem coisas boa aparência, mas que são maquiadas, moldadas, distorcidas. Entretanto, as Escrituras nos dizem em Provérbios 14:12: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.”. Observe, parece direito, mas não é.

Um outro exemplo de sofisma muito difundido nos últimos dias, foi o argumento de que o inferno não existe, o homossexualismo é normal; que todos irão ser salvos no final (Universalismo). Parecem argumentos bons e aceitáveis, mas são sofismas. Principalmente porque contradizem o que a Bíblia diz e, ainda mais, fazem as pessoas acreditarem que isso é o correto, fazendo-as negligenciar a busca de sua salvação e o abandono do pecado. O que era pecado a alguns anos, hoje continua sendo pecado, homossexualismo é pecado, o inferno existe e nem todos serão salvos.

Precisamos de uma reforma na Igreja, de resgatar os valores perdidos, retirar do nosso meio o relativismo e colocar acima de tudo as Escrituras como nossa regra de fé e prática.

Sola Scriptura