1509725595914942

30 de abr. de 2015

A letra mata: Você entende esse versículo?



Livre-se do fardo da culpa


Por Thiago Oliveira

Existem duas coisas que são prejudiciais em nossa jornada por esta vida passageira. A primeira é ser cínico ao ponto de achar que a prática do pecado é normal e não mais se importar com o ato de pecar, pecando assim constantemente e com uma mentalidade tão cauterizada ao ponto de não sentir culpa e não se confessar diante de Deus. A segunda está num outro extremo, é a culpabilidade exacerbada que não é capaz de reconhecer o alcance e a dimensão do perdão que Cristo oferece ao pecador arrependido. É sobre este último aspecto que eu tratarei neste breve texto.

29 de abr. de 2015

Livros indicados para jovens cristãos


Nossa Equipe, agora reformulada, continua com a tradição de indicar livros. Desta vez, o alvo é a juventude cristã brasileira. Visando a edificação de nossos jovens, cada membro do Electus recomendou uma obra que auxiliará o jovem cristão em sua caminhada. A Bíblia ainda é a autoridade máxima, todavia, é sempre bom ler obras de autores bíblicos e piedosos. Pois bem, leia cada indicação, tome nota e vá as compras. 

28 de abr. de 2015

9 marcas de uma igreja doente

Por Kevin DeYoung

Graças a Mark Dever, muitos de nós estão acostumados com as 9 Marcas de uma Igreja Saudável. Por mais que a intenção nunca tenha sido a de dar a palavra final sobre tudo que uma igreja deve ser ou fazer, essas nove marcas tem sido de grande ajuda ao lembrar os cristãos (e os pastores em especial) do conteúdo necessário que muitas vezes nos esquecemos por viver em uma época guiada pela estética.

De certa forma, as nove marcas de uma igreja doente poderiam simplesmente ser o oposto de tudo aquilo que torna uma igreja saudável. Assim, igrejas doentes ignoram membresia, disciplina, pregação expositiva e todo o resto. Mas os sinais dos males da igreja nem sempre são tão óbvios. É possível que sua igreja ensine e entenda todas as coisas certas e mesmo assim esteja em um estado terrivelmente doentio. Sem dúvidas, há dezenas de indicadores de que uma igreja se tornou disfuncional e doentia. Mas vamos nos limitar a nove.

A doutrina da Inspiração como fundamento teológico da Pregação Expositiva

Por Alan Rennê Alexandrino

A pergunta a ser feita agora é: Por qual motivo a pregação expositiva se impõe sobre a pregação tópica? O que leva os defensores da exposição bíblica identificarem a mesma como sendo a “pregação bíblica”? Albert Mohler se expressa a este respeito com as seguintes palavras: “Quero argumentar que a pregação central à adoração cristã é a pregação expositiva. De fato, creio que a única forma de pregação cristã autêntica é a pregação expositiva”.[1] Ele diz mais: “De acordo com a Bíblia, exposição é pregação. E pregação é exposição”.[2] Sua argumentação parte do princípio de que, o padrão apresentado nas Escrituras é o da exposição, não meramente o de um simples compartilhar de um texto, muito menos de ideias ou tópicos amparados por passagens das Escrituras. Mohler entende que as Escrituras apresentam, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, que pregar significa “ler o texto e explicá-lo – reprovando, repreendendo, exortando e ensinando com paciência, diretamente do texto da Escritura”.[3] Ele parte de Neemias 8.8 e Deuteronômio 4, extraindo desta última passagem o tríplice princípio:

27 de abr. de 2015

Amarás o teu Deus acima de todas as coisas



Cristo cumpriu os Dez Mandamentos

Por Mark Jones
Adão quebrou os Dez Mandamentos no Éden. Mas Cristo guardou os dez mandamentos no “deserto”, sob circunstâncias muito mais intensas do que aquelas às quais Adão foi submetido.
Guardou o primeiro mandamento. Ele trouxe glória a Deus o Pai enquanto esteve na terra (Jo 17.4). Temeu, creu, e confiou em seu Pai (Hb 2.13; 5.7; Lc 4.1-12). Cristo zelou pela glória de seu Pai (Jo 2.17) e foi constantemente grato ao seu Pai (Jo 11.41). Ele prestou completa obediência ao Pai em todas as coisas (Jo 10.17; 15.10).

26 de abr. de 2015

Cristo e Eu (3/3)

Por Charles Spurgeon
Por último, o texto descreve A VIDA RESULTANTE DESTA PERSONALIDADE AMALGAMADA.
Se tiverem paciência comigo, serei tão breve quanto puder enquanto reviso o texto de novo, palavra por palavra. Irmãos, quando um homem descobre e se reconhece ligado a Cristo, sua vida é completamente uma nova vida. Eu deduzo isso da expressão: “com Cristo estou juntamente crucificado, e já não vivo eu, é Cristo que vive em mim”. Crucificado, então morto; crucificado, então a velha vida é eliminada; qualquer vida que um crucificado tem deve ser uma nova vida. O mesmo acontece com você. Crente, sobre sua velha vida foi pronunciada a sentença de morte. A mente carnal, que é inimizade contra Deus, está condenada à morte. Você pode dizer: “morro diariamente”. Oxalá que a velha natureza estivesse completamente morta. Mas a vida que você tem não lhe foi dada senão até que entrasse em união com Cristo. É algo novo, tão novo como se houvesse morto realmente e houvesse apodrecido na tumba e logo tivesse levantado ao soar da trombeta para viver de novo. Você recebeu uma vida do alto, uma vida que o Espírito Santo operou em você na regeneração. O que é nascido da carne, carne é, mas sua vida de graça não provém de você mesmo; você nasceu de novo do alto. 

25 de abr. de 2015

Por que estudar Ética?

Por John Frame

Devemos estudar ética pela seguintes razões, pelo menos:

Os servos de Jesus são aqueles que têm seus mandamentos e os guardam (Jo 14.21). Jesus repete isso várias vezes: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos" (Jo 14.15; cf. v. 21,23; 15.10; 1Jo 2.3-5; 3.21-24; 5.3). O "novo mandamento" de Jesus é "que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros" (Jo 13.34). O amor deve ser a marca da igreja, distinguindo-a do mundo: "Nisto conhecereis todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros" (v.35). Isso não quer dizer que somos salvos pelas obras, pela obediência ou por guardar os mandamentos. Significa simplesmente que, se desejamos ser discípulos de Jesus, devemos nos dedicar a fazer boas obras (Tt 3.8; cf. Mt 5.16; Ef 2.10; 1Tm 2.10; 5.10; 6.18; 2Tm 3.17; Tt 2.7,14; 3.14; Hb 10.24; 1Pe 2.12). Se temos de praticar boas obras, devemos saber quais obras são boa e quais são más. Portanto, precisamos estudar ética.